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sexta-feira, 4 de março de 2011

Temos algo a aprender com o Carnaval?

 
 
Seria lícito tomar o desfile do Carnaval como analogia de nossa caminhada cristã? Certamente, a maioria dirá que não. Afinal de contas, o Carnaval é a festa pagã por excelência, onde, além de toda promiscuidade, entidades pagãs são homenageadas.

Eu poderia gastar muitas linhas tecendo críticas justas a esta festa em que tantas famílias são desfeitas, e inúmeras vidas destruídas. Porém hoje, quero pegar a contramão.

Por que será que os cristãos sempre enfatizam os aspectos ruins de qualquer manifestação cultural?

Se vivêssemos nos tempos primitivos da igreja cristã, como reagiríamos ao fato de Paulo tomar as Olimpíadas como analogia da trajetória cristã neste mundo?

Ora, os jogos olímpicos celebravam os deuses do Olimpo. Portanto, era uma festa idólatra. Os atletas competiam nus. Sem contar as orgias que se seguiam às competições. Sinceramente, não saberia dizer qual seria pior, as Olimpíadas ou o Carnaval.

Porém Paulo soube enxergar alguma beleza por trás daquela manifestação cultural. A disposição dos atletas, além do seu preparo e empenho, foram destacados pelo apóstolo como virtudes a serem cultivadas pelos seguidores de Cristo.

E quanto ao Carnaval? Haveria nele alguma beleza, alguma virtude que pudesse ser destacada do meio de tanta licenciosidade? Acredito que sim.

Embora jamais tenha participado, talvez por ter nascido em berço evangélico tradicional, posso enxergar alguma ordem no meio do caos carnavalesco.

Destaco a criatividade dos foliões, principalmente dos carnavalescos na composição das fantasias, dos carros alegóricos, do samba-enredo. Eles buscam a perfeição. Diz-se que o desfile do ano seguinte começa a ser preparado quando termina o Carnaval. É, de fato, um trabalho árduo que demanda muito empenho.

Se houvesse por parte de muitos cristãos uma parcela da dedicação encontrada nos barracões de Escolas de Samba, faríamos um trabalho muito mais elaborado para Deus. Buscaríamos a excelência, em vez de nos contentar com tanta mediocridade.

O desfile começa com a concentração. É ali que é dado o grito de guerra da Escola, seguido pelo aquecimento dos tamborins.

A concentração equivale à congregação. Nosso lugar de culto (comumente chamado de “templo” ou “igreja”) é onde nos concentramos e aquecemos nosso espírito. Porém, a obra acontece lá fora, “na avenida” do mundo.

Gosto quando Paulo fala que somos conduzidos por Cristo em Seu desfile triunfal. O apóstolo compara a marcha cristã pelo mundo às paradas triunfais promovidas pelo império romano. Era um espetáculo cruento, no qual os presos eram expostos publicamente, acorrentados arrastados pelas ruas da cidade. Era assim que Roma exibia sua supremacia, e impunha seu poder. Paulo toma emprestada a figura deste majestoso e horroroso evento para afirmar que Cristo está nos exibindo ao Mundo como aqueles que foram conquistados por Seu amor.

Muitos cristãos acreditam ingenuamente que a guerra se dá na concentração. Por isso, a igreja atual é tão em-si-mesmada, isto é, voltada para dentro de si. Ela passou a ser um fim em si mesmo.

A avenida nos espera!

À frente vai a comissão de frente, seguida pelo carro alegórico abre-alas. Compete aos componentes dessa comissão a primeira impressão.

A comissão de frente da igreja de Cristo é formada pelos que nos precederam, que abriram caminho para as novas gerações. Não podemos permitir que caiam no esquecimento. Também são os missionários, que deixam sua pátria para abrir caminho em outros rincões. Grande é sua responsabilidade, e alto é o preço que se dispõem a pagar para que o Evangelho de Cristo chegue à populações ainda não alcançadas. Paulo fazia parte da comissão de frente da igreja primitiva. Chegamos a esta conclusão quando lemos o que escreveu aos coríntios: “Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós, e não em campo de outrem” (2 Co.10:16). Ele preferia pescar em alto mar, e não aquário dos outros.

A Escola de Samba é dividida em alas, cada uma com fantasias e carro alegórico próprios. Porém, o samba-enredo é o mesmo. O que é cantado lá na frente, é sincronicamente cantado na última ala da Escola. A voz do puxador do samba, bem como a batida harmoniosa da bateria, ecoando por toda a avenida, garantem esta sincronia. Não pode haver espaços vazios entre as alas. Há harmonia até nas cores das fantasias. Ninguém entra na avenida vestido como quiser. Imagine se as variadas denominações que compõem o Corpo Místico de Cristo se relacionassem da mesma maneira, respeitando cada uma o espaço da outra, porém dentro de uma evolução harmoniosa. No meio do desfile encontramos o casal de porta-bandeira. Eles exibem orgulhosamente o pavilhão da Escola. Seus gestos e passos são cuidadosamente combinados, para que a bandeira receba as honras devidas.

É triste verificar o quanto a bandeira do Evangelho tem sido chacoalhada, pois os que a deveriam ostentar, são os primeiros a desonrá-la com seu mal testemunho.

Os cristãos primitivos se dispunham a pagar com a própria vida para que seu testemunho de fé fosse validado e o nome de Cristo fosse honrado.

Ao término do desfile chega o momento da dispersão. É hora de partir, levando a certeza de que todos deram o melhor de si. Alguns saem machucados, com os pés sangrando, com as forças exauridas. Mas todos saem alegres, esperançosos de que sua escola seja a campeã. Aprenderam a sublimar a dor enquanto desfilam. Ignoram o cansaço. Vencem os limites do seu corpo. Tudo pela alegria de ver sua escola se sagrando campeã. Mas no fim, chega a hora de tirar a fantasia, descer dos carros alegóricos, cuidar das feridas nos pés. Mesmo assim, ninguém reclama.

Todos estamos a caminho do fim do desfile. O momento da dispersão está chegando, quando deixaremos este corpo, nossa fantasia, e seremos saudados pela Eternidade. Que diremos nesta hora? Não haverá novos desfiles. Terá chegado o fim de nossa trajetória? Não! Será apenas o começo de uma nova fase existencial. Deixaremos nossas fantasias, para nos revestirmos de novas vestes celestiais. Falaremos como Paulo em sua carta de despedida a Timóteo:

“...o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm.4:6b-8).

Aproveitemos os instantes em que estamos na avenida desta vida, celebremos a verdadeira alegria, infelizmente ainda desconhecida por muitos foliões, e que não terminará em cinzas.

* Postado originalmente em 13 de Fevereiro de 2010.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

o que é o Evangelho ?

O Evangelho Anti-Natural


Era comum no passado, falar-se sobre a simplicidade e naturalidade do Evangelho. Mas isso era no passado. Hoje, quem estiver disposto a viver o Evangelho de Jesus e do Reino, deverá estar preparado para a vida anti-natural. Porque digo isto:
No mundo natural, poder é domínio sobre os outros.
No Evangelho, poder é, antes de tudo, dominar a si mesmo.
No mundo natural, a ofensa tem que ser revidada, afinal não temos sangue de barata!
No Evangelho, a ofensa é revidada com tolerância, amor e perdão.
No mundo natural, o grande é o que se mede pelo quantificável.
No Evangelho, o quantificável nada é, pois o que É não é mensurável!
No mundo natural, sucesso tem a ver com o chegar lá, que muitas vezes escraviza e adoece o ser.
No Evangelho, o verdadeiro sucesso liberta do sucesso segundo o mundo!
No mundo natural, ações geram reações, que vão das pedradas às balas e projéteis.
No Evangelho, toda ação demanda uma ponderação e bom senso!
No mundo natural, o normal é consumir, consumir e consumir pra se sentir bem.
No Evangelho, o consumo das coisas necessárias à vida enche o coração de gratidão!
No mundo natural, adora-se e faz-se culto à trindade governante do século XXI, a saber: CAPITALISMO, TECNOLOGIA E DINHEIRO!
No Evangelho, Capitalismo é ideologia humana, tecnologia é cumprimento profético e dinheiro é um deus chamado Mamon!
No mundo natural, alegria é comida, bebida, balada, encontros e risos vazios.
No Evangelho, alegria é paz e gozo do Espírito Santo!
O Mundo a que me refiro é este sistema de iniqüidade, perversidade, disputas,
comparações, hierarquias opressoras, lideranças tomadas pela soberba, idolatrias a imagens e a homens, ódios, vinganças e busca e manutenção do poder. Este mundo, ainda não tem um dono visível, mas quem o controla faz de tudo para que as coisas permaneçam assim. Este mundo pode estar em Brasília e nas Catedrais da Religião.
Que o Senhor guarde nossos corações e nos mantenha na anti-naturalidade do  Evangelho, só assim  poderemos viver nesses próximos tempos!
A verdade está lá fora!

Pr. Isaías Marcello
IBBêtania

sábado, 9 de outubro de 2010

Verdades absolutas que se tornam mentiras relativas, ou não...

10 verdades que pregamos sobre 10 mentiras que praticamos


Certo pastor estava buscando levar a igreja à prática da comunhão e da devoção experimentadas pela igreja primitiva (conforme descrita em Atos dos Apóstolos). Logo recebeu um comunicado de seus superiores: “Estamos preocupados com a forma como você vem conduzindo seu trabalho ministerial. Você foi designado para tomar conta dessa igreja e a fez retroceder, pelo menos, uns 40 anos! O quê está acontecendo?”. O pastor respondeu: “40 anos? Pois então lamento muitíssimo! Minha intenção era fazê-la retroceder uns 2.000!”.

Atualmente temos acompanhado um retrocesso da vivência e prática cristãs. Mas, infelizmente, não é um retrocesso como o da introdução acima. Algumas das verdades cristãs têm sido negadas na prática. Como diz Caio Fábio, muitos de nós somos “crentes teóricos, entretanto, ateus práticos”. Segue-se uma pequena lista dos top 10 das verdades que pregamos (na teoria) acerca das mentiras que vivemos (na prática):

I - “SÓ JESUS SALVA” é o que dizemos crer. Mas o que ouvimos dizer é que só é salvo, salvo mesmo, quem é freqüente à igreja, quem dá o dízimo direitinho, quem toma a santa ceia, quem ganha almas para Jesus, quem fala língua estranha, quem tem unção, quem tem poder, quem é batizado, quem se livrou de todo vício, quem está com a vida no altar (seja lá o que isso signifique), quem fez o Encontro, etc e etc. Resumindo: em nosso conceito de salvação, só é salvo aquele que não me escandaliza.

II - “DIANTE DE DEUS, TODOS OS PECADOS SÃO IGUAIS” é o que dizemos crer. Mas, diante da igreja, o único pecado é fazer sexo fora do casamento. Quando um irmão é pego em adultério, é comum ouvirmos o comentário: “O irmão fulano caiu...”. Ou seja, adultério é visto como uma “queda”. Mas a fofoca que leva a notícia do adultério de ouvido a ouvido é permitida (embora, na Bíblia haja mais referências ao mexeriqueiro do que ao adúltero). Estar com o nome ‘sujo’ no SPC é permitido, embora a Bíblia condene o endividamento. Ser glutão é permitido, a ‘panelinha’ é permitida, sonegar imposto de renda é permitido (embora seja mentira e roubo), comprar produto pirata é permitido (embora seja crime) construir igreja em terreno público é permitido (embora seja invasão).

III - “AUTOFLAGELAÇÃO É SACRIFÍCIO DE TOLO”, é o que dizemos crer. Condenamos o sujeito que faz procissão de joelhos, que sobe escadarias para pagar promessas. Ainda assim praticamos um masoquismo espiritual que se expõe em frases do tipo: “Chora que Deus responde”; “a hora em que seu estômago está doendo mais é a hora em que Deus está recebendo seu jejum”; “quando for orar de madrugada, tem que sair da cama quentinha e ir para o chão gelado”; “tem que pagar o preço”.

IV - “ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO É DIABÓLICO” é o que dizemos crer, mas vivemos praticando isso nas igrejas, dentro dos templos e durante os cultos!
- Olha só a cara do pastor. Deve ter brigado com a esposa.
- A irmã Fulana não tomou a ceia. Deve estar em pecado.
- Olha o irmão no boteco. Deve estar bebendo...
- Olha só o jeito que a irmã ora. É só para se amostrar...
- Olha a irmã lá pegando carona no carro do irmão. Hum, aí tem...

V - “DEUS USA QUEM ELE QUER” é o que dizemos. Mas também dizemos: Deus não pode usar quem está em pecado; Deus não usa ‘vaso sujo’; “Como é que Deus vai usar uma pessoa cheia de maquiagem, parecendo uma prostituta?”.

VI - “DEUS ABOMINA A IDOLATRIA” dizemos. Mas esquecemos que idolatria é tudo o que se torna o objeto principal de nossa preocupação, lealdade, serviço ou prazer. Como renda, bens, futebol, sexo ou qualquer outra coisa. A questão é: quem ou o quê regula o meu comportamento? Deus ou um substituto? Há até muitas esposas, por exemplo, que oram pela conversão do marido ao ponto disso tornoar-se numa obsessão idolátrica: “Tenho que servir bem a Deus, para ele converter meu marido”; “Não posso deixar de ir a igreja senão Deus não salva meu marido”; “Preciso orar pelo meu marido, jejuar pelo meu marido, fazer campanhas pelo meu marido, deixar de pecar pelo meu marido”. Ou seja, a conversão do marido tornou-se o objetivo final e Deus apenas o meio para alcançar esse objetivo. E isso também é idolatria.

VII - A BÍBLIA É A ÚNICA REGRA DE FÉ E PRÁTICA CRISTÃS
...Eu sei que a Bíblia diz, mas o Estatuto da Igreja rege...
... Eu sei que a Bíblia diz, mas nossa denominação não entende assim
... Eu sei que a Bíblia diz, mas a profeta revelou que é assim que tem que ser
... Eu sei que a Bíblia diz, mas o homem de Deus teve um sonho...
...Eu sei que a Bíblia diz, mas isso é coisa do passado...

VIII - DEUS ME DEU ESTA BENÇÃO!
...mas eu paguei o preço.
...mas eu fiz por onde merece-la.
...mas não posso dividir com você porque posso estar interferindo na vontade de Deus. Vai que Ele não quer que você tenha... Se você quiser, pague o preço como eu paguei.

IX - NÃO SE DEVE JULGAR PELAS APARENCIAS. AS APARENCIAS ENGANAM – mas frequentemente nos deixamos levar por elas para emitirmos nossos juízos acerca dos outros. Julgamos pela roupa, pelo corte de cabelo, pelo tamanho da saia, pelo tipo de maquiagem (ou a falta dela), pelo jeito de andar, de falar, pelo aperto de mão, pela procedência. Frequentemente, repito: frequentemente falamos ou ouvimos alguém falar: “Nossa! Como você é diferente do que eu imaginava. Minha primeira impressão era de que você era outro tipo de pessoa”.

X - A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO DE DENTRO PARA FORA (é o que dizemos) – na prática não basta ser santo, tem que parecer santo. Se a tal ‘santificação’ não se manifestar logo em um comportamento pré-estabelecido, num jeito de falar, andar, vestir e de se comportar é porque o sujeito não se ‘converteu de verdade’

fonte:Genizah

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Plantador de Igreja - O que diferencia a igreja de um museu? Darrin Pa...

Um video para ser visto, e seu conteúdo refletirmos...
Numa segunda-feira,depois do domingo, onde igreja se reuniram e seus pastores e líderes muito falaram ... mas o que falaram ainda reflete na vida dos ouvintes? Os púlpitos estão sendo usados para a transformação de uma geração?
Pr.Fernando Dias

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O que Andam Anunciando no Boletim de sua Igreja?

O que Andam Anunciando no Boletim de sua Igreja?

Estava eu, terminando o "boletim", rsrsrs, da minha congregação, [sou o secretário e essa função é minha], e já preparando a minuta para o mês que vem, quando, a irmã Débora Costa de Souza, lá de Mingas Gerais, me manda esta lista pelo meu email. Não resisti! Porque ri demais! Confere se na sua igreja, você já leu algo parecido:

Se você pensa que já achou algo engraçado no boletim de sua igreja é porque você ainda não leu estes comunicados. Caramba são engraçados demais, cada mancada ô!!!

Frases REAIS, retiradas de boletins de igrejas:


a) "No estudo desta noite nosso pastor trará a mensagem intitulada 'o que é o inferno' venha mais cedo e assista o ensaio do coral."

b) "Teremos sorvetada na igreja próximo sábado, as irmãs que forem doar leite cheguem mais cedo."

c) "Para aquelas irmãs que têm filhos e não sabem o berçário fica no segundo andar"

d) "Após a feijoada do próximo sábado teremos um período de meditação."

e) "Os adolescentes apresentarão no dia 1o uma peça de Shakespeare. Venha assitir esta tragédia."

f) "A irmã Laura agradece a todos os muitos irmãos que contribuíram para que finalmente ela engravidasse. Foi muito difícil, foi uma luta. Sem suas orações..."

g) "A irmã Zilda estará distribuindo Bíblias na favela na próxima terça. O diabo que se cuide."

h) "Precisamos orar intensamente pelo problema de saúde da irmã Cândida. Não tem Cristo que resolva."

j) "O novo zelador é o irmão Manuel. Não é casado, mas faz tudo que os outros mandam."

k) "O pastor viajou para o enterro da mãe do irmão Paulo. No culto cantaremos Ouve-se o Júbilo de Todos os Povos."

l) "O diácono irmão Zaqueu convida os homens da igreja para no próximo sábado podarem as árvores."

m) "A todos os irmãos que doaram alimentos à família da irmã Lurdes a igreja agradece, ela morreu em paz."

n) "Convidamos a todos para possessão do nosso novo pastor no dia 25. Traga convidados para assistirem."



MISERICREDO!
Blog do pcamaral

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Diferentes dos Iguais

Tolerância


Pense sobre estas situações a seguir…
# 1 – Imagine você, domingo a noite na igreja, culto rolando quando de repente entra um punk cheio de tatuagens, cabelo moicano todo espetado para cima ou um travesti, destes que tem por ai, todo produzido com roupas provocantes, silicone e tudo mais, entra pela porta da “igreja” e se assenta ao seu lado para participar do culto – Qual seria sua reação? Você saberia recebê-los com amor? Na sua “igreja” tem lugar para este “tipo” de gente?
Pense sobre isto… A seguir alguns casos que presenciei quando eu ainda vivia nos Estados Unidos com pessoas próximas de mim:
Duas atitudes que foram simplesmente estúpidas. Leia os relatos a seguir;
# 2 – Situação 1: Uma moça de uns 26 anos espírita, uma crente pentecostal, Eu e minha esposa entre outros funcionários. De repente a moça espírita chega para mim e me pergunta: Carlos você é crente não é? Eu meio sem entender do que se tratava disse que sim, que era evangélico – e ela seguiu com a pergunta; A fulana que é crente também, disse que eu vou para o inferno por ser espírita, é verdade? – Ponderei por alguns instantes e disse: Eu discordo! Ela surpresa tentando entender o que eu disse me pediu que explicasse: Soraia! Acho que era este o nome dela, Deus enviou uma carta de amor a toda humanidade, inclusive a você e o único que poderia te julgar morreu de braços abertos por você. Infelizmente as pessoas confundem Jesus, evangelho com religião. Isto me faz lembrar o fato narrado no evangelho de João cap. 4 V. 9, quando Jesus se aproxima de uma mulher Samaritana pedindo água e ela mais que depressa disse para ele: “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?” . Infelizmente a funcionária da Soraia falou sobre condenação, manipulando-a através do medo… Nada falou da carta de amor que é Jesus. Ela ficou assim meio pensativa e me disse: Nunca tinha ouvido desta forma! Fiquei feliz por ter tirado o medo do coração dela e creio que esta palavra ficou marcada para sempre na vida daquela moça e que Deus complete a obra naquele coração.
# 3 – Situação 2: Eu trabalhava com reforma de telhado vendas e assitência ao cliente. Tinha como funcionário Toninho, e mais uns dois irmãos da Assembléia de Deus. Quando chego na obra na parte da tarde o Toninho me diz: Rizzon o fulano me disse que tenho que ser é de Jesus! Fique curioso para saber a resposta dele, e perguntei logo em seguida; E o que você respondeu para ele Toninho? –
Toninho: Ah Rizzon eu perguntei a ele você acha que eu sou de quem? Do capeta?!
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Mateus 7:22, 23.
Quando lemos a palavra temos o entendimento que Deus vai além do que os olhos vêem, ele vê o coração e má noticia para os enganadores, ele sonda os corações e mentes.
O evangelho do reino de Deus é um evangelho que inclui e não exclui, um evangelho que aceita o próximo como ele é.
Ai um caso clássico de exclusão. Será que todos que estão dentro da igreja e que professam a fé cristã são de Deus? Caso sim, como fica a situação daqueles a que Jesus se referiu?: “
# 4 – Tem um amigo meu que foi criado em uma Igreja Batista no Rio de Janeiro e quando chegou nos EUA se integrou numa igreja de linha pentecostal e não demorou muito para irmão insistir com ele para ser batizado com o Espirito Santo e que isto acontecendo o ministério dele ia deslanchar e o fato interessante é que este irmão que incetivava ele a buscar o batismo era pastor auxiliar, nada contra o ser pastor auxiliar…Mas já era para o ministério dele ter deslanchado, ainda que não entendí exatamente o que ele quis dizer com deslanchar mas vejo isto como uma forma de discriminar os proprios membros da igreja ? Será que batismo com o Espirito Santo é um fato isolado após a conversão ? Como perguntou o Apóstolo Paulo aos Corintios;  Falam todos em linguas ? É obrigatório se falar em linguas ? Infelizmente somos intolerantes com os da própria casa…e a palavra nos declara que o amor seria um diferencial na nossa vida, não o falar em linguas, como diz o texto a seguir.
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros!”
João 13:35
Fique na paz
Pr. Carlos Rizzon
Igreja Urbana

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Politica e políticos...

Ontem a noite recebi um email que um pastor de minha denominação pedindo para que eu o apoiasse nas eleições, pois precisamos de pastores batistas no meio político carioca. Não estou mais na Cidade Maravilhosa, estou morando em Rio Branco-Acre( Terra Boa)  e mesmo se estivesse em solo carioca minha resposta não mudaria.Enviei para o "colega" um texto que segue abaixo:

IGREJA NÃO FAZ ALIANÇA POLÍTICA - Há cinco razões para este posicionamento

MENSAGEM

IGREJA NÃO FAZ ALIANÇA POLÍTICA
Preletor: Ed René Kivitz
Há cinco razões para este posicionamento

Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.

Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.

Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não governamentais, as entidades de classe, as associações culturais e as instituições filantrópicas não votam, também a igreja não vota. Quem vota é o cidadão. O cidadão pode ser influenciado, melhor seria, educado, por todos os segmentos organizados da sociedade civil, inclusive a igreja. Mas quem vota é o cidadão.

Terceira: a igreja é um espaço democrático. A igreja é lugar para todos os cidadãos, independentemente de raça, sexo, classe social e, no caso, opção política. A igreja é lugar do vereador de um lado, do deputado de outro lado, e do senador que não sabe de que lado está. A igreja que abraça uma candidatura específica ou faz uma aliança partidária, direta e indiretamente rejeita e marginaliza aqueles dentre seu rebanho que fizeram opções diferentes.

Quarta: a igreja não tem autoridade histórica para se envolver em política. Na verdade, não se trata apenas de uma questão a respeito da igreja cristã, mas de toda e qualquer expressão religiosa institucional. A mistura entre política e religião é responsável pelos maiores males da história da humanidade. Os católicos na Península Ibérica e em toda a Europa Ocidental. Os protestantes na Índia. Os católicos e os protestantes na Irlanda. Os judeus no Oriente Médio. Os islâmicos na Europa e na América. Todos estes cometeram o pior dos crimes: matar em nome de Deus. Saramago disse com propriedade que “as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana”.

Quinta: o papel social da igreja é profético. Quando o governo acerta a igreja aplaude. Quando o governo erra a igreja denuncia. Quando a autoridade civil cumpre seu papel institucional a igreja acata. Quando a autoridade civil trai seu papel institucional a igreja se rebela. A igreja não está do lado do governo, nem da oposição. A igreja está do lado da justiça.

Todo cristão é também cidadão. Todo cristão deve exercer sua cidadania à luz dos valores do reino de Deus e do melhor e máximo possível da ética cristã, somando forças em todos os processos solidários, e engajado em todos os movimentos de justiça.

Comparecer às urnas é um ato intransferível de cidadania, um direito inalienável que custou caro às gerações do passado recente do Brasil, e uma oportunidade de cooperar, ainda que de maneira mínima, na construção de uma sociedade livre, justa e pacífica.
Ed René Kivitz
 
 
Fonte: CREIO

Quinta de primeira...

"A Bíblia não manda que os pecadores procurem a igreja, mas ordena que a igreja saia em busca dos pecadores."
                            Billy Graham.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu amo a Igreja (2)

Encontrei um antigo post do Reverendo Baggio, Sobre amar a Igreja. Além de ser um ótimo texto ,vejo que o Reverendo tem pensamentos relevantes pra este tempo.


Porque eu amo a Igreja.

Eu amo a Igreja.

Ela é a Noiva de Cristo e seria um descaramento enorme de minha parte amar Jesus e não amar sua noiva.

Eu amo a Igreja porque Jesus a amou e deu Sua vida por Ela.

Eu amo a Igreja porque ela é constituída de gente como eu, pecadores salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo.

Eu amo a Igreja porque ela é portadora da Grande Comissão que leva esperança a todos os povos.

Eu amo a Igreja porque sou parte dela e não curto muito a ideia de masoquismo disfarçado de espiritualidade.

Eu simplesmente amo a Igreja.

Numa época em que virou moda falar mal da igreja e incentivar pessoas a abandonarem suas igrejas, num êxodo espiritual que Deus sabe lá para onde levará os que o seguirem, eu continuo afirmando meu amor por Cristo e Sua Igreja.

Foi por isso que comprei o livro recente de Kevin DeYoung e Ted Kluck. Aliás, este livro merece ser publicado em português e lido em conjunto com toda a literatura promovendo a nova instituição do cristianismo sem igreja. O título já é provacativo: Why We Love the Church: In Praise of Institutions and Organized Religion (Porque Nós Amamos a Igreja: Em Louvor de Instituições e Religião Organizada). DeYoung e Kluck, que já tinham sinalizado desvios no movimento de igreja emergente em seu livro anterior (Porque Não Somos Emergentes: Por dois caras que deveriam ser), apontam agora as distorções do cristianismo sem igreja. Segundo eles, seu livro poderia ter sido chamado de “tendências recentes em desmembramento”.

É preciso conhecer bem pouco da Bíblia e da História da Igreja para cair nessa crença de que tanto uma quanto a outra ensinam uma vida de cristianismo sem igreja. Por mais que os “advogados” do cristianismo sem igreja possam falar, não há nem nos ensinos de Jesus, nem no restante do NT, nem na história da Igreja, nenhuma ênfase a seguir Jesus sem participar da comunhão dos santos.

É evidente que no curso da história, pessoas quiseram influenciar o pensamento cristão com suas idéias e contestações. Muitas destas foram consideradas heresias e não prevaleceram. Albert Camus disse: “Todo revolucionário termina se tornando ou um opressor ou um herege.” A “Revolução” sem igreja tem mais chances de se tornar no último. Assim também a fuga do “Cristianismo Pagão” pode gerar mais pagãos no longo prazo, do que verdadeiros discípulos de Jesus, como pretendem seus autores.

A razão simples para isso é que as idéias propagadas por esses livros (e outros semelhantes a eles) poderiam até ser de alguma utilidade, não fosse a tremenda cara-de-pau expressa no messianismo disfarçado de seus autores, ao se colocarem como os “salvadores” da Igreja das garras malígnas da Instituição. Durante dois mil anos todo mundo esteve errado. Agora, graças a eles, finalmente poderemos enxergar a verdade sobre o Cristianismo. E a verdade que eles anunciam é essa: “Saia de sua igreja! Ela é a raiz de todos os seus problemas espirituais. Vá jogar golfe aos domingos, pois a verdadeira espiritualidade se encontra no campo de golfe… Vá tomar uma cervejinha no barzinho com amigos e filosofar sobre assuntos espirituais porque é aí que está a igreja verdadeira…” Corta essa meu!

Adiante o filme da história em 50 anos e veja se você consegue enxergar os efeitos dessa onda do cristianismo sem igreja:

1) Na pior das hipóteses, seu resultado será uma vitalidade espiritual semelhante a presente hoje no continente europeu. Não creio que nenhuma pessoa que ame Jesus de fato, deseje isso.

2) Ou então terá desaparecido, assim como outras ondas e modas surgidas no passado que, por não estarem em sintonia com o Espírito de Deus, não prevaleceram contra a Sua Igreja.

Se eu estiver errado em minha atitude para com a Igreja, não terei perdido nada com isso. Como já disse, eu amo a Igreja. Amo estar com meus irmãos para celebrar junto com eles a vida (ainda que, em certas estações da vida, esse encontro aconteça apenas uma ou duas vezes por semana), aprender o significado do amor, perdão, comunhão e incentivar uns aos outros na prática das boas obras e na proclamação da esperança do Evangelho.

De um modo pragmatico, vejo muito mais possibilidades de servir a Deus em conjunto com outros, do que isolado em meu canto, blogando de pijama (como diria Mark Driscoll) sobre os males da instituição, como se “a instituição” fosse um mal em si mesma.

John Michael Talbot diz o seguinte sobre Igreja e instituições: “Ainda que algumas instituições religiosas possam com freqüencia assemelhar-se mais a corporações seculares do que a comunidades voltadas para Deus (…) sempre há lugar nas igrejas para aquelas pessoas guiadas por um completo comprometimento espiritual.”

A Igreja prevalecerá contra todos os ventos de doutrina, não há dúvidas quanto a isso. A questão (e o que me preocupa) é quantos daqueles que estão trocando suas congregações por essa onda atrativa do cristianismo sem igreja estarão firmes na fé em Cristo daqui 5-10 anos…
Blog do revBaggio

Eu amo a IGREJA...




Meu comentário sobre o texto abaixo é que primeiro de tudo: Eu amo a Igreja!
Numa época em que virou moda falar mal da igreja e incentivar pessoas a abandonarem suas igrejas, num êxodo espiritual que Deus sabe lá para onde levará os que o seguirem, eu continuo afirmando meu amor por Cristo e Sua Igreja.
Amo a Igreja que se importa mais com os valores do Reino e menos com a ortodoxia denominacional.
Amo a Igreja que é chamada para fora.
Amo a Igreja a Quem Jesus a chama de noiva.
Amo a Igreja que ao invés de abusar espiritualmente de seus fiéis e pastores, toma para si a autoridade profética.
Amo a Igreja que está do lado da justiça e não do que a favorece mais.
Amo a Igreja que começa em Jesus e não tem fim para acabar.
Amo a igreja que sabe que a religião está destruindo o Homem.
Amo a Igreja que se preucupa em ser relevante para o cosmos.
Eu amo a Igreja porque sou parte dela e não curto muito a ideia de masoquismo disfarçado de espiritualidade.


Fernando Dias.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

10 COISAS QUE ODEIO EM VOCÊ





Li essa semana uma slongan bastante interessante que revela o quanto a igreja esta em baixa nos últimos tempos: ODEIO A IGREJA, NÃO JESUS!
A lista abaixo relacionada é direcionada à igreja institucional, à igreja-empresarial, ao clube de entretenimento, assim falsificada e vendida ao poder temporal. Não me refiro absolutamente à igreja verdadeira, ao remanescente fiel que muitas vezes está contido nessa igreja caricata dos nossos dias.
Compartilho aqui o sentimento de inconformação de Davi quando disse a Deus: Não aborreço eu, Senhor, os que te aborrecem? e não abomino os que se levantam contra Ti? Aborreço-os com ódio consumado, para mim são inimigos de fato.
O que eu odeia em ti, igreja dos nosso tempos?
1. A TUA PRETENSÃO OSTENSIVA de tu te veres superior a tudo e a todos, e com esse orgulho besta, deixas de ser reconhecida como voz de Deus e agência do Reino no mundo. Ao contrário, deverias te afastar pra bem longe dessa vaidade luciferiana e cair em si, voltando a servir humildemente ao mundo ao qual foste enviada.
2. QUANDO INFLEXÍVEL, IMPÕES O DETESTÁVEL LEGALISMO COMO FORMA DE CAMINHADA CRISTÃ com regras insuportáveis que mantém teus membros eternamente cativos a infantilidade na fé, ao invés de conduzi-los à maturidade cristã que alcança a essencial liberdade consciente e anda maduramente nas pegadas de Jesus de Nazaré.
3. A TUA CEGUEIRA REDUCIONISTA que não discerne claramente o Reino além de tuas limitadas fronteiras, expandindo a visão para ver e aceitar outras formas de expressão, de serviço cristão, de culto e de obras que também glorificam a Deus e contribuem para a expansão do Reino na terra.
4. A TUA FORMA DE JULGAR SUMARIAMENTE as pessoas, se são merecedoras do céu ou do inferno, como se coubesse a ti essa prerrogativa divina de seleção. Deveria tu saber que essa é uma ação exclusiva de Deus.
5. A TUA DISCIPLINA CORRETIVA que sempre exclui e joga fora todo aquele que desgraçadamente tropeça por algum motivo, levando invariavelmente o “disciplinado” ao abandono, e ferido, a morrer a míngua.
6. A TUA FORMA ANTIBÍBLICA DE EVANGELIZAR, definindo prazo de mudança para as pessoas ”aceitarem Jesus”, exigindo uma conversão urgente e superficial baseada na adequação compulsória às regras de teus usos e costumes, e não na radical soberana transformação do Espírito Santo, de dentro para fora, e no livre tempo de Deus.
7. A TUA VISÃO MISSIONÁRIA/ EVANGELÍSTICA DISTORCIDA que em nome do “ide” retira as pessoas de suas áreas de convivência na sociedade onde exerciam posições estratégicas para alcançar seus semelhantes, para mantê-los circunscritos à área do templo, transformando-os em pessoas inativas ou em obreiros alienados que desconhecem o que se passa no mundo que os rodeiam.
8. O TEU ABUSO DE PODER arrastando milhares de PESSOAS SINCERAS, frágeis, crédulas, simplórias, despreparadas e desavisadas à exaustão, ao esgotamento, ao sofrimento, à decepção, e a se sentirem absolutamente usurpadas física, emocional, material e espiritualmente. Essas pobres vítimas do teu poder abusivo se tornam amargas e refratárias para o Evangelho para sempre, fechadas para qualquer possibilidade de pensarem em Deus ou em coisas relacionadas a ti.
9. A FORMA IMORAL COM QUE TEUS LÍDERES LIDAM COM AS FINANÇAS, manipulando o dinheiro que entra em teus cofres de forma irresponsável, desonesta, revelando que são subjugados pelo deus Mamon. Reproduzes pastores que amam posição, poder, e o dinheiro, tornando-os cheios de avareza e de ganância. ISSO TEM CAUSADO GRANDES ESCÂNDALOS E DANOS IRREVERSÍVEIS PARA O EVANGELHO, E TU ÉS DIRETAMENTE RESPONSÁVEL POR ISSO!
10. E por último, odeio quando MENTES, ASSEVARANDO QUE FORA DE TI, AS PESSOAS NÃO PODEM SOBREVIVER. Saiba que existem milhões de pessoas que nunca adentraram em teus átrios e mesmo assim oram, têm temor, discernimento, maturidade, ética, moral e dignidade, muitas vezes, mais apurados que teus pobres membros pretensiosos.
Sobretudo, há uma forma difícil, dolorida, mas possível, que pode mudar radicalmente esse quadro sombrio: TENS QUE PASSAR PELO PORTAL DO ARREPENDIMENTO. Como diria Jesus, Lembra-te de onde caíste e arrepende-te...
A seguir, 10 coisas que amo em você, Igreja.

ManoelDC